Bem Vindo

Este blogue foi criado para partilhar frases e textos que me têm marcado. Estes tenho encontrado em livros, na Internet, em jornais... Se quiseres comentar para partilhares o que te dizem, sente-te à vontade. Também podes expressar os teus gostos em cada post, mas peço-te que votes apenas uma vez em cada post. Volta sempre porque todos os dias vou adicionar um pensamento novo.
Se quiseres que alguma das tuas meditações faça parte deste blogue ou se encontras-te alguma que penses que possa ser adicionada a este blogue agradeço que a envies para fabiopedro100@gmail.com que eu adicioná-lo-ei com muito gosto.
Nunca te esqueças que pensar faz bem a todos e sejam felizes =)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O Arco-Íris

Os povos antigos viam no arco-íris um símbolo de paz e harmonia. Os antigos Hebreus viam nela um sinal particular, dado por Deus, para expressar a sua vontade de que todas as criaturas vivam e se desenvolvam na paz e na harmonia. "Quando o arco-íris aparecer nas nuvens, lembrar-me-ei da aliança eterna entre Deus e todos os seres vivos" (cf. Gn. 9, 12-18)

Um dia aconteceu que todas as cores do mundo começaram a discutir. Cada uma proclamava que era a mais bela, a mais importante, a mais útil, a mais apreciada.
O VERDE dizia: "É claro que sou a cor mais importante. Sou o símbolo da vida e da esperança. Fui escolhida para a erva, as árvores, as folhas. Sem mim, os animais morreriam. Olhai os campos e vede como domino todas as cores."
O AZUL interrompeu: "Tu só pensas na terra, mas olha o céu e o mar. É a água que está na origem da vida e as nuvens formam-se a partir do mar tão azul. O céu dá o espaço, a paz e a serenidade. Sem a minha paz não fazeis senão correr atrás das pequenas coisas."
O AMARELO sorria ironicamente: "Sois todos muito sérios. Eu trago ao mundo o riso, a alegria, o calor. O sol é amarelo, a lua é amarela e as estrelas são amarelas. Cada vez que olhais um girassol todo o mundo sorri. Sem mim não haveria graça."
O LARANJA fez soar a sua trombeta: "Sou a cor da saúde e da força. Não me vêem muitas vezes, mas sou precioso, porque estou ao serviço das necessidades básicas dos seres humanos. Sou portador das vitaminas mais importantes. Pensai nas cenouras, nas abóboras, nas laranjas, nas mangas e nas papaias. Nem sempre a minha presença é evidente, mas quando encho o céu, ao nascer ou ao pôr-do-sol, a minha beleza é tão resplandecente que toda a gente pensa mais em mim do que em vós."
O VERMELHO não pôde conter-se e pôr-se a gritar: "Sou o soberano de todos, o sangue. E o sangue é a vida. Sou a cor do perigo e da coragem. Estou pronto a lutar por uma causa. No meu sangue trago o fogo. Sem mim a terra seria tão vazia como a lua. Sou a cor da paixão e do amor; sou a rosa vermelha, o azevinho e a papoila."
O VIOLETA, erguendo-se com toda a majestade, falou solenemente: "Sou a cor da beleza e do poder. Os réis, os chefes e os bispos sempre me escolheram, porque sou o símbolo da autoridade e da sabedoria. Ninguém me contesta. Todos me escutam e obedecem."
O AZUL ESCURO falou mais calmamente que todos os outros, mas com determinação: "Pensai em mim. Sou a cor do silêncio. Dificilmente dais conta da minha presença, mas sem mim tornar-vos-eis muito superficiais. Represento a meditação e reflexão, o crepúsculo e as águas profundas. Tendes necessidade de mim para o equilíbrio e o contraste, para a oração e para a paz interior."
E todas as cores continuaram a vangloriar-se, cada uma convencida de que era a melhor. A sua discussão inflamou-se cada vez mais... De repente, um relâmpago cegou-as com a sua luz branca, seguindo-se de uma forte trovoada. Uma chuva implacável começou a cair. Cheias de medo, as cores caíram por terra, agarrando-se umas às outras para se protegerem.
Então a CHUVA falou: "Cores insensatas, por que discutis, tentando cada uma de vós dominar as outras? Não sabeis que Deus criou cada uma de vós para um fim concreto, único e diferente? Ele ama-vos a todas, quer que todas existam. Dai-vos as mãos e vinde comigo. Vou colocar-vos no céu, num grande arco colorido como um sinal do seu amor para todas vós: podeis viver todas juntas, em paz. Ele prometeu estar convosco como sinal de esperança para o amanhã."

Por isso, cada vez que Deus faz cair a chuva torrencial para lavar o mundo, coloca nas nuvens um arco-íris para que ao vê-lo, nos lembremos do seu desejo: que todos nos saibamos estimar uns aos outros.

domingo, 7 de novembro de 2010

Semana dos Seminários (7-15 de Novembro)

Seminário, Comunidade
dos Discípulos de Cristo
e Irmãos no Presbitério

Jesus Cristo, Bom Pastor
que dás a vida pelas Tuas ovelhas.
Tu és o Filho muito amado do Pai,
Tu és o nosso Mestre e Salvador.
Faz dos nossos seminários
Comunidades de discípulos,
Sementeiras de Amor,
de serviço e de entrega radical pelo Teu Reino;
sinais de esperança de um futuro de vida verdadeira,
de abundância para todos.
Fortalece e ilumina
no discernimento vocacional os nossos seminaristas;
confirma nos dons do Espírito Santo os seus formadores;
enche de generosidade e espírito de serviço
os auxiliares que  com eles trabalham.
Recompensa e abençoa os benfeitores,
que com a oração e partilha de bens, zelam pela missão;
ampara o nosso Bispo e os nossos párocos,
para que sejam sempre fiéis ao dom do seu sacerdócio;
desperta a generosidade e a coragem dos nossos jovens
para Te seguirem e concede às nossas famílias o dom de
Te proporem como caminho, verdade e vida...
Nós Te pedimos por intercessão de Nossa Senhora,
Tua e nossa mãe...

sábado, 6 de novembro de 2010

Pai Nosso Missionário

Pai Nosso, Pai dos seis biliões de pessoas que povoam a terra inteira, que estais nos céus, na nossa família, no nosso país, e em todo o mundo
Santificado seja o vosso nome sobretudo na pessoa dos mais pobres e dos mais abandonados
Venha a nós o vosso reino e aos irmãos dos cinco continentes sobretudo os que não vos conhecem
Seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu para que todos vivam na justiça, na paz e no amor e sigam pelo caminho da verdade.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje às vítimas da fome e do ódio, da violência e da guerra, da miséria e da perseguição, da exclusão e da injustiça, do analfabetismo e do abandono, da droga e do álcool, do desespero e da falta de sentido para a vida.
Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, mesmo a quem nos fez mal, nos odeia e nos persegue.
E não nos deixeis cair em tentação de cruzar os braços diante dos problemas por egoísmo, por medo ou por cansaço.
Mas livrai-nos do mal sobretudo de esquecer ou ignorar o vosso apelo missionário de amar e servir todas as pessoas.
Ámen

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Partir
é, antes de mais,
sair de si mesmo.
Romper
a couraça do egoísmo
que tenta aprisionar-nos
no nosso próprio "EU".

Parir
é deixar de dar voltas
à roda de si mesmo,
como se fosse esse
o centro do mundo
e da vida.

Parir
é não se deixar encerrar
no círculo dos problemas
do pequeno mundo a que pertencemos,
qualquer que seja a sua importância.
A humanidade é maior.
E é a ela que devemos servir.

Partir
não é devorar quilómetros,
atravessar os mares
ou alcançar velocidades supersónicas.

É, antes de mais, abrir-se aos outros, descobri-los,
ir ao seu encontro.

Abrir-se a outras ideias mesmo às que se opõem às nossas.
É ter o ar de um bom caminhante.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Retrato de um jovem comprometido

Busca - Não se contenta com as metas já alcançadas. Busca sempre mais e reflecte sobre os acontecimentos.
Confia - Nos outros, e sobretudo, confia em Jesus Cristo.
É aberto - Aos outros, é comunicativo, sincero, amável; ama ajuda e perdoa.
Luta - Quer levar por diante o seu ideal. Procura melhorar o mundo que o rodeia, levando a verdade por diante.
Tem confiança - Em Deus Pai e procura comunicar com Ele a sós e em grupo.
É alegre - Sabe que Alguém lhe dá forças para triunfar nas dificuldades e procura ser coerente.
É semente de Esperança. No mundo em transformação.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O testamento de Paula Frassinetti visto por uma noviça

Eu, Paula Frassinetti, nascida em Génova, Itália, perante o notário aqui presente - O SENHOR JESUS - e as testemunhas - o mundo inteiro - faço saber que deixo os meu bens a todas as pessoas abaixo indicadas:
Deixo aos pequeninos só àqueles que têm mãos levezinhas e não são capazes de magoar...
Deixo os adolescentes só àqueles que um dia acharam lindo ver uma flor abrir-se...
Deixo os jovens só àqueles que são capazes de suportar o calor do Sol do meio dia...
Deixo os adultos só àqueles que sabem escutar...
Deixo os velhinhos só àqueles que sabem ser crianças...
Deixo os corações das mães só àqueles que sabem chorar...
E os pobres - os que são e os que querem ser - só os deixo a quem nunca pisou a mais pequena flor do caminho...
Esta é a minha riqueza...
Nota: Os meus bens encontram-se em todos os caminhos do mundo.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O Progresso

Um explorador percorria as imensas florestas da Amazónia, na América do Sul.
Procurava eventuais poços de petróleo e tinha muita pressa. Durante os primeiros dois dias, os indígenas que tinha contratado como carregadores adaptaram-se ao ritmo rápido e ambicioso que o explorador pretendia impor a todas as coisas.
Mas na manhã do terceiro dia, pararam silenciosos, imóveis, com um ar completamente ausente.
Era claro que não tinham nenhuma intenção de se porem novamente em marcha.
Impaciente, o explorador, indicando o seu relógio, com largos gestos procurou fazer compreender ao chefe dos carregadores que era necessário retomar a marcha, porque o tempo urgia.
"Impossível", respondeu este muito tranquilo. "Estes homens andaram com demasiada pressa; deixaram a alma para trás e agora estão à espera que ela venha ter com eles".

Encontro alguma semelhança entre a atitude do explorador e a minha/nossa vida de todos os dias?
Também nos acontece deixar a alma para trás, ficar vazio, de tanto correr?
E quais são as consequências?
Que mensagem nos dá a história?

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Por exemplo...

"Papá", pede o pequeno André, impressionado com as notícias do Telejornal, "como é que começa uma guerra?".
"Bem, filho, as coisas passam-se mais ou menos assim: se, por exemplo, entre a Inglaterra e os Estados Unidos rebentasse um desentendimento forte sobre alguma coisa...".
A mãe interrompe-o: "Não digas disparates. A Inglaterra e os Estados Unidos nunca andam à guerra!".
"E o que é que interessa? Eu estava só a dar um exemplo!".
"E dessa maneira enches a cabeça da criança com coisas tolas!".
"Ao menos eu meto-lhe alguma coisa na cabeça, tu és pelo vazio absoluto!".
"Mas, por favor... Não te dás conta que estás a ser ridículo...".
O André interrompe: "Obrigado! Já percebi...".

Este exemplo diz-me alguma coisa sobre a guerra? Sobre as várias guerras?
Que consequências têm estas guerras?
Podem começar assim guerras que comprometem as relações para sempre?
Que mensagem me dá esta história?

domingo, 31 de outubro de 2010

Balada do Progresso

O homem aprendeu a voar,
vai até ao fim do mundo,
mas não vai a casa do seu vizinho.

O homem inventou o telefone,
fala com as pessoas do fim do mundo,
mas não fala com o seu vizinho.

O homem criou a televisão,
vê as coisas do fim do mundo,
mas não vê o coração do seu vizinho.
(Dr. Jonas Negalha)

O homem fez a nave espacial:
vai a outros mundos...

O homem criou o computador:
relaciona-se com o fim do mundo...

O homem criou o telemóvel...

Por que é que há tantos Meios de Comunicação e tão pouca comunicação?
É mais fácil falar para "o fim do mundo" do que com as pessoas que estão ao nosso lado? Porquê?
O que teríamos de mudar na vida para ser possível ir a casa do "vizinho", falar com o "vizinho", ver o coração do "vizinho"?

sábado, 30 de outubro de 2010

Podias vender-me uma hora do teu tempo?

Já era noite, mas a criança fazia todos os esforços para não adormecer; o motivo era de peso: estava à espera que o pai chegasse.
Os olhos travessos começavam a fechar-se. Quando a porta se abriu, levantou-se como que impulsionado por uma mola e largou a pergunta que tanto o preocupava:
- Papá, quanto ganhas à hora? - disse com os olhos muito abertos.
O pai, aborrecido e cansado, foi cortante na resposta:
- Olha, filho, isso nem sequer a tua mãe sabe; não me aborreças e volta a dormir que já é muito tarde.
- Sim papá. Mas diz-me só quanto é que te pagam por uma hora de trabalho - continuou suplicante o filho.
Tenso, o pai só abriu a boca para dizer:
- Quarenta euros.
- Papá, poderias emprestar-me vinte euros? - perguntou a criança.
O pai enfureceu-se, agarrou o filho pelo braço e disse em tom brusco:
- Então era para isso que querias saber quanto ganho, não? Vai dormir e não continues a aborrecer, avarento egoísta.
A criança afastou-se timidamente e o pai, ao meditar no que acontecera, começou a sentir-se culpado: talvez precisasse de alguma coisa, penou; e querendo descansar a sua consciência, foi à portado quarto do filho e com voz suave perguntou:
- Estás a dormir, filho?
- Diz, papá - respondeu entre sonhos.
- Aqui tens o dinheiro que me pediste.
- Obrigada, papá - murmurou a criança enquanto metia a mão debaixo da almofada, de onde tirou umas notas enroladinhas - Já o tenho! Consegui! - gritou radiante - Tenho quarenta euros! Agora, papá, podias vender-me uma hora do teu tempo?

Que me diz esta história sobre a minha forma de organizar o tempo?
E sobre a vida em família? Nas nossas famílias, as crianças têm de negociar para terem atenção?
Depois de dialogar sobre esta história, que mensagem gostamos de deixar?

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Silêncio

Um homem foi visitar um monge de clausura e perguntou-lhe:
"O que é que aprende com a tua vida de silêncio?"
O monge estava a tirar água dum poço e o disse ao visitante:
"Olha para dentro do poço! O que é que vês?"
O homem olhou para dentro do poço e disse:
"Não vejo nada".
Depois de um tempo em que ficou muito quieto, o monge disse ao visitante:
"Olha agora! O que é que vês no poço?".
O homem obedeceu e respondeu:
"Agora vejo-me a mim mesmo: estou espelhado na água".
O monge disse:
"Como viste, quando eu meto o balde dentro do poço, a água fica agitada. Mas a água em si é tranquila. Esta é a experiência do silêncio: a pessoa vê-se a si mesma!".

Parece-me importante o silêncio na vida das pessoas? Porquê?
Se vivemos sempre em água agitada, o que acontece à nossa vida?
As férias podem ajudar a serenar as águas para a pessoa se ver a si mesma, se encontrar consigo mesma e se refazer? Como?

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Trabalho a Todo o Custo

Era uma vez um lenhador que se apresentou para trabalhar numa serração de madeiras. O ordenado era bom e as condições de trabalho ainda melhores, de maneira que o trabalhador estava muito entusiasmado.
No primeiro dia, apresentou-se ao capataz, que lhe deu uma serra e lhe atribuiu uma zona no bosque.
O homem, entusiasmado, foi para o bosque cortar árvores.
- Dou-te os parabéns - disse o capataz -. Continua assim.
Animado pelas palavras do capataz, o lenhador decidiu melhorar o seu trabalho no dia seguinte. Por isso, nessa noite foi deitar-se cedo.
No dia seguinte de manhã, levantou-se antes de todos e foi para o bosque.
Apesar de todo o seu empenho, não conseguiu cortar mais do que quinze árvores.
- Devo estar cansado - pensou; e decidiu deitar-se ao pôr do sol.
Ao amanhecer, levantou-se decidido a bater a sua marca de dezoito árvores. No entanto, nesse dia não chegou a cortar nem metade desse número.
No dia seguinte, foram sete, depois cinco, e no último dia esteve toda a tarde a cortar a segunda árvore.
Inquieto por aquilo que diria o capataz, o lenhador foi-lhe contar o que se estava a passar e jurar-lhe que estava a esforçar-se ao máximo.
O capataz perguntou-lhe:
- Há quanto tempo é que afiaste a tua serra?
- Afiar? Não tive tempo para afiar: estive demasiado ocupado a cortar árvores.

Esta história diz-me alguma coisa sobre o tempo dado ao trabalho e o tempo dado a afinar os "instrumentos"?
O que significa, para mim, afiar a serra?
Por que é que, muitas vezes o trabalho não rende?
O que me diz esta história acerca do cuidado a ter connosco mesmos/as?

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Amigos

Diz uma lenda árabe muito antiga que uma vez dois amigos viajavam pelo deserto e, ao chegarem a um certo ponto da viagem, puseram-se a discutir.
O ofendido, sem dizer nada, escreveu na areia:
"Hoje, o meu melhor amigo deu-me uma bofetada na cara".
Continuaram o caminho e chegaram a um oásis, onde resolveram tomar banho. O que tinha sido esbofeteado esteve quase a afogar-se, mas foi salvo pelo amigo. Quando já se sentia bem, pegou num estilete e escreveu numa pedra:
"Hoje, o meu melhor amigo salvou-me a vida".
Intrigado, o amigo perguntou:
- Por que é que, quando eu te bati, escreves-te na areia, e agora escreves numa pedra?
Sorrido, o outro amigo respondeu:
- Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever a ofensa na areia, onde o vento do esquecimento e o perdão se encarregarão de a apagar. Mas quando nos acontece alguma coisa grande, devemos gravá-la na pedra da memória do coração, onde nenhum vento do mundo inteiro poderia apagá-la.

Esta história diz alguma coisa à minha forma de me relacionar com as pessoas? Ao modo como vejo as relações entre as pessoas?
Tenho muitas coisas escritas em pedra que deviam ser escritas em areia?
Como lidamos com a ofensa, com o perdão, na vida do dia a dia?

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Gestão do Tempo

Um consultor, especialista em Gestão do Tempo, quis surpreender a plateia durante uma conferência.
Tirou de debaixo da mesa um frasco grande de boca larga, pô-lo em cima da mesa, junto de uma bandeja com pedras do tamanho de um punho e perguntou:
- Quantas pedras pensam que cabem no frasco?
Depois de todos terem feito as suas conjecturas, começou a meter as pedras dentro do frasco até que o encheu. Depois perguntou:
- Está cheio?
Toda a gente olhou e disse que sim.
Então, tirou de debaixo da mesa um saco com pedrinhas pequenas, meteu algumas dentro do frasco e agitou-o. As pedrinhas penetraram nos espaços deixados pelas pedras grandes. O especialista sorriu com ironia e repetiu:
- Está cheio?
Desta vez, os ouvintes duvidaram: Talvez não.
- Muito Bem!
Colocou, então, em cima da mesa um saco com areia e começou a deitá-la no frasco. A areia infiltrava-se em todos os pequeninos buracos deixados pelas pedras.
- Está cheio? - perguntou de novo.
- Não! - exclamaram os ouvintes.
- Muito bem! - disse ele.
E pegou num jarro de água e começou a deitá-la dentro do frasco que a absorvia sem transbordar.
- Bem, o que é que demonstrámos? - perguntou.
Um ouvinte respondeu:
- Que por muito carregada que tenhas a tua agenda, se tentares, podes sempre encontrar lugar para mais coisas.
Não! - replicou o especialista. O que esta lição nos ensina é que, se não colocares as pedras grandes primeiro, depois nunca poderás colocá-las.

Quais são as grandes pedras da minha vida?
Coloco-as em primeiro lugar ou ficam sempre para o fim?
O que é que acontece quando as deixo para o fim?
Sou capaz de escolher o que é verdadeiramente prioritário na minha vida ou são outras pessoas e outras coisas que escolhem?

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Sonhei que tinha marcado uma entrevista com DEUS.
- Entre - disse DEUS - Então, tu gostarias de me entrevistar?
- Se tiver algum tempo - disse eu.
DEUS sorriu e disse:
- O meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; Que perguntas tens em mente?
- O que mais o surpreende na humanidade? - Perguntei...
DEUS respondeu:
- Que se aborreçam de ser crianças e queiram logo crescer e aí, desejam ser crianças outra vez. Que desperdicem a saúde para fazer dinheiro e aí percam dinheiro para restaurar a saúde. Que pensem ansiosamente sobre o futuro, esqueçam o presente e, dessa forma não vivam nem o presente, nem o futuro. Que vivam como se nunca fossem morrer e que morram como se nunca tivessem vivido.
Em seguida, a mão de DEUS segurou a minha e por um instante ficamos silenciosos...
Então eu perguntei:
- PAI, quais são as lições de vida que deseja que os seus filhos aprendam?
Com um sorriso DEUS respondeu:
- Que aprendam que não podem fazer com que alguém os ame, o certo é deixar-se amar. Que aprendam que o mais valioso não é o que se tem na vida, mas QUEM se tem na vida. Que aprendam que não é bom compararem-se uns com os outros, porque todos serão julgados individualmente sobre seus próprios méritos. Que aprendam que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa menos. Que aprendam que só é preciso alguns segundos para abrir profundas feridas nas pessoas amadas e que é necessário muitos anos para curá-las. Que aprendam a perdoar, praticando o perdão. Que aprendam que há pessoas que os amam muito, mas que simplesmente não sabem como expressar ou demonstrar os seus sentimentos. Que aprendam que o dinheiro pode comprar tudo, excepto felicidade. Que aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-las de forma totalmente diferente. Que aprendam que um amigo verdadeiro é  alguém que sabe tudo sobre ti e gosta de ti do jeito que és. Que aprendam que não é suficiente que sejam perdoados, mas que  perdoem a si mesmos.
Por algum tempo, permaneci sentado, desfrutando aquele momento. Agradeci a Deus pelo seu tempo e por todas as coisas que tem feito por mim.
ELE respondeu:
- Estarei aqui sempre que alguém precisar de ajuda. Tudo que precisam fazer é chamar por mim. Que todos podem esquecer o que EU disse, podem esquecer o que EU fiz, mas  jamais EU esquecerei de cada um de vocês.

domingo, 24 de outubro de 2010

Considero a partilha de recursos extremamente importante. Ao partilharmos estamos a contribuir para o aumento do conhecimento, mas também para a melhoria dos nossos próprios recursos, através da opinião de quem vê, lê e altera.

sábado, 23 de outubro de 2010

O menino que consertou o mundo

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava os dias no seu laboratório em busca de respostas para as suas dúvidas. Certo dia, o seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar.
Vendo que era impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse distrair-lhe a atenção. Até que se deparou com um mapa do mundo. Com o auxílio de uma tesoura, recortou-o em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho:
- Vou-te dar o mundo para o consertares. Vê se consegues. Faz tudo sozinho.
Pensou que, assim, estava-se livrando do garoto, pois ele não conhecia a geografia do planeta e certamente levaria dias para montar o quebra cabeças. Uma hora depois, porém, ouviu a voz do filho:
- Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!
Para surpresa do pai, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?
- Tu não sabias como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quanto tiras-te o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando tu me deste o mundo para consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, aí virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e descobri que havia consertado o mundo.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

domingo, 17 de outubro de 2010

sábado, 16 de outubro de 2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Não vale a pena pensar no passado, pois esse não passa de um livro já escrito, enquanto o futuro começa amanha.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Da felicidade ao sofrimento é somente um passo; do sofrimento para a felicidade parece demorar uma eternidade.

domingo, 10 de outubro de 2010

Há três coisas que jamais voltam: a flecha lançada, a palavra dita e a oportunidade perdida.

sábado, 9 de outubro de 2010

Dinheiro perdido, nada perdido; Saúde perdida, muito perdido; Carácter perdido, tudo perdido.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

sábado, 2 de outubro de 2010

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sê leal para contigo mesmo. Não alteres o teu comportamento apenas para contentar os outros.

domingo, 26 de setembro de 2010

sábado, 25 de setembro de 2010

As coisas que queremos e parecem impossíveis só podem ser conseguidas com uma teimosia pacífica.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Se alguém me ofender, procurarei elevar tão alto a minha alma para que a ofensa não me chegue.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O homem não teria alcançado o possível se, repetidas vezes, não tivesse tentado o impossível.

sábado, 18 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Todo o mundo é um palco
e todos os homens e mulheres meros actores
Têm as suas entradas e saídas
e cada qual na sua vida representa muitos papéis
Os seus actos sendo sete idade.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

terça-feira, 7 de setembro de 2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Os homens, perdem a saúde para ganhar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. (...) e vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

domingo, 29 de agosto de 2010

Nascer é um privilégio de quase todos; viver é uma aventura para poucos; morrer é a única certeza.

sábado, 28 de agosto de 2010

Nossas dúvidas são traiçoeiras e fazem-nos perder o bem que poderíamos ganhar, se não fosse o medo de tentar.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Se fazer fosse tão fácil quanto saber o que seria bom fazer, as capelas seriam igrejas, e as choupanas dos pobres, palácios de príncipes.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Todas as graças da mente e do coração escapam-se quando o propósito não é firme.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Uma nação que confia nos seus direitos em vez de confiar nos seus soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez.

domingo, 22 de agosto de 2010

Ter opiniões é estar vendido a si mesmo. Não ter opiniões é existir. Ter todas as opiniões é ser poeta.

sábado, 21 de agosto de 2010

Nunca sabemos quando somos sinceros. Talvez nunca o sejamos. E mesmo que sejamos sinceros hoje, amanhã podemos sê-lo por coisa contrária.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Tornar simples o complicado é fácil. Tornar o complicado simples, isto é criatividade.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

terça-feira, 17 de agosto de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

sábado, 14 de agosto de 2010

São as dúvidas que nos fazem crescer, porque nos obrigam a olhar sem medo para as muitas respostas de uma mesma pergunta.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Toda a poesia reflecte o que a alma não tem. Por isso a canção dos povos tristes é alegre e a canção dos povos alegres é triste.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

domingo, 8 de agosto de 2010

A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para a frente...

sábado, 7 de agosto de 2010

Todos temos por onde sermos desprezáveis. Cada um de nós traz consigo um crime feito ou o crime que a alma lhe pede para fazer.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Em tempo de paz convém ao homem serenidade e humildade; mas quando estoura a guerra deve agir como um tigre!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

domingo, 1 de agosto de 2010

O sábio não se senta para lamentar-se, mas põe-se alegremente em sua tarefa de consertar o dano feito.