Bem Vindo

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domingo, 4 de setembro de 2011

nada tem Amor + grande


Leia todo este prospecto devidamente antes de começar a usar o crucifixo.
- Conserva este prospecto. Podes ter de voltar a lê-lo.
- A Cruz de Cristo (crucifixo) cura todas as doenças espirituais, fruto dos pecados pessoais.
- Este Medicamento foi receitado para ti, para o teu uso, mas por favor recomenda aos outros, ainda que os seus males e sintomas sejam distintos. Tem eficácia universal.
- Se tiveres alguma dúvida, consulta um sacerdote ou uma pessoa com boa formação cristã.

1.      O QUE É O CRUCIFIXO E PARA QUE SE USA
O princípio activo do crucifixo é o Amor de Deus aos homens, que se manifesta de forma perfeita na Cruz de Cristo, na sua entrega plena.
“Cada um de nós pode decidir sem equivocar-se: Cristo amou-me e entregou-se por mim” (Bento XVI).
Cristo é o Médico e a Medicamento: “nenhuma outra causa estimulou mais a Cristo a vir ao mundo que salvar os pecadores. Se um grande médico desceu do Céu é porque havia um grande enfermo para curar: todo o mundo” (Santo Agostinho).
A Cruz é um convite à entrega pessoal e plena, também por amor.
A Cruz é o sinal mais (+): o que une o céu e a terra e o que nos une aos homens. É símbolo universal de paz e amor: uma chamada à concórdia, à tolerância, à justiça e ao perdão. Manifesta a bondade de Deus e a liberdade do homem.
2.      INDICAÇÕES
A Cruz espera-nos a cada dia. Apresenta-se de diversas formas: cansaços, tentações, problemas, enfermidades, desastres, mortes, contrariedades, etc.
O Crucificado diz-nos: “se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me”.
Asseguram os peritos que muitas pessoas chamam cruzes a realidades que não o são. São falsas cruzes que inventam na sua imaginação por egoísmo, comodidade, falta de resistência, alergia ao sofrimento, susceptibilidade, etc.
3.      CONTRA-INDICAÇÕES
Não se deve usar jamais a Cruz de Cristo para justificar a violência e o rancor. O ódio contradiz-se com o Amor, que é o princípio activo da Cruz de Cristo.
Por esta razão, nunca se deve levar ou ostentar uma cruz ou a imagem do Crucificado de forma indigna, ridicularizando e desnaturalizando o seu verdadeiro sentido.
4.      PRECAUÇÕES
Desde o século I, a Cruz de Cristo não deixou indiferente nada. Uns abraçam-se a ela por amor e outros considera uma loucura: é o chamado escândalo da cruz.
É possível que, num primeiro momento, acolher a Cruz de Cristo pareça-lhe desagradável e custoso, ao experimentar a renúncia e o sacrifício. É um sintoma normal. Não se preocupe. Cultive a esperança: em breve actuará o princípio activo do crucifixo e também experimentará a alegria do amor. É o fruto do abraço alegre com Cristo Ressuscitado.
A Cruz de Jesus não assegura uma vida cómoda, mas sim um coração apaixonado, à semelhança do Crucificado. A eleição entre o comodismo e o amor depende de Ti.
Ser amigo da Cruz e viver apaixonado por Deus leva-te a comportares-te de um modo diferente, com um estilo de vida que chama poderosamente à atenção em muitos ambientes. O Crucificado dá-te força e alegria para ir contra a corrente, defendendo eficazmente ao teu redor o princípio activo da Cruz: o amor, a felicidade.
5.      ADVERTÊNCIAS
Sempre custa carregar a cruz, especialmente quando se apresenta sem olhar.
Se tem vivido longe de Deus, é provável que experimente algum destes sintomas, com maior ou menor intensidade, segundo as circunstâncias:
Pode:
- registo reconhecido pecador e não aceitar a realidade do pecado na tua vida.
- viver como se Deus não existisse.
- sofrer debilidade espiritual, especialmente se levar muito tempo nessa situação.
- padecer algum transtorno interior: soberba, luxúria, ira, avareza, etc.
- ter criado fortes dependências numa vida moralmente desordenada.
Se conhecem casos em que os alienados de Deus levou à ansiedade, ao consumismo, ao desespero, ao materialismo, ao cinismo, ao fanatismo, ao niilismo, etc.
Se estiver grávida compreenderá de uma forma muito especial o sentido da Cruz, já que está padecendo por amor os desconfortos da tua gravidez, consciente que o teu amor é vida e dá a vida. É o mesmo fez o Crucificado por nós: por meio das suas dores deu-nos a Vida e nascemos para a Vida eterna.
6.      DOSES
Neste Medicamento não existe risco de overdose. O coração anseia o amor verdadeiro: “fizeste-nos, Senhor, para Ti, nosso coração está inquieto enquanto não repousar em Ti” (Santo Agostinho).
O processo de cura do crucifixo segue os seguintes passos:
- em primeiro lugar, reconhecer-se pecador e diagnosticar o que é o mal: um pecado pessoal: “a primeira obra da graça do Espírito Santo é a conversão. O homem volta-se para Deus e afasta-se do pecado, hospedando assim o perdão e a graça do alto” (Catecismo).
- ao mesmo tempo, brotará do seu coração um acto de contrição perante a Cruz de Cristo. Não será uma simples constatação de um lamento pelos próprios pecados, considerados como limitações, falhas ou coisas que passam. Será uma verdadeira dor de amor por saber ofendido o Crucificado.
- esse acto de contrição permite renovar-se, partir de novo desde o zero. Jesus disse: “há mais alegria no Céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove juntos que não têm necessidade de Penitência”.
- recorda que tens disponível um sacerdote na igreja mais próxima: “a Confissão é um renascimento espiritual, que transforma o penitente numa nova criatura. Este milagre da graça só pode realizá-lo Deus, e cumpre-lo através das palavras e dos gestos do sacerdote” (Bento XVI).
7.      MODO DE USO
O crucifixo pode usar-se de diversas formas, a qualquer hora do dia e da noite.
Procura usá-lo diariamente.
O crucifixo pode:
- transportar, do mesmo modo que muitas pessoas levam a fotografia dos que amam na sua agenda, na sua carteira, no teu telemóvel, no seu screensaver ou no seu carro. Os que amam a Cristo procuram levar sempre com eles o seu crucifixo, a Cruz de Cristo.
- estar em muitos lugares. A cruz está presente – como sinal de paz e amor – em cidades, montanhas, curvas de caminhos e edifícios. Há crucifixos em milhões de lugares, ricos e pobres, dos cinco continentes. Ao baptizar os recém-nascidos fazem o sinal da cruz. Os meninos levam o crucifixo no dia da sua Primeira Comunhão. A muitos doentes a visão do Crucificado conforta-lhes e encoraja no meio dos seus sofrimentos. Milhões de pessoas falecem com o crucifixo nas mãos, e é sinal que a cruz predomina no lugar onde repousam os seus restos mortais à espera da ressurreição.
- olha e deixa-o falar. “A Cruz é um livro aberto, dele aprendemos definitivamente quem somos e como devemos actuar. Este livro está sempre aberto perante nós” (João Paulo II) “Olhemos a Cristo trespassado na Cruz! Ele é a revelação mais impressionante do amor de Deus. Nesta contemplação, o cristianismo encontra a orientação do seu viver e do seu amor. Ao contemplar a Cristo, ao mesmo tempo somo contemplados por Ele” (Bento XVI).
- base. O beijo ao crucifixo é uma manifestação profunda do amor a Cristo. Recomenda-se vivamente. “O teu crucifixo. – Por cristão deverias levar sempre contigo o teu crucifixo. E pô-lo sobre a tua mesa de trabalho. E beijá-lo antes de descansares e ao levantar: e quando se revolta contra a tua alma o pobre corpo, beija-o também” (Caminho).
- converter em oração. Isto é conseguido através da imagem do Crucificado, e perguntando-lhe, olhando-lhe nos olhos: Jesus, Tu, que morres-te por amor por mim, que queres que faça?
A oração perante o crucifixo é uma força que renova poderosamente a alma. Dá energia espiritual para empreender os esforços maiores. A melhor oração é a que mesmo Cristo nos ensinou:
Pai nosso, que estais no céu,
santificado seja o vosso Nome,
venha a nós o vosso reino;
seja feita a tua vontade assim na terra como no céu.
O pão nosso nos dai hoje;
perdoais as nossas ofensas
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal. Amén
8.      EFEITOS SECUNDÁRIOS
Ter perto a Cruz de Cristo levar-te-á a:
- viver com alegria, abandonado nas mãos de Deus.
- superar com graça as dificuldades de cada dia.
- ter força e personalidade para ir contra a corrente, embora no teu ambiente social te considerem uma pessoa exagerada.
- levar uma vida nobre e limpa.
- santificar o teu trabalho e servir aos que vivem e trabalham à tua volta.
- defender com coragem os direitos de Deus e a justiça social, a honestidade profissional, e aos mais débeis e necessitados da sociedade.
- abrir o teu coração para escutar a chamada de Deus a uma entrega total.
- unir os seus desejos mais profundos aos desejos do Coração de Cristo.
- falar de Deus sem vergonha.
9.      SE NÃO TOMAR ESTE MEDICAMENTO (por preguiça, ignorância ou intencionalidade
Está amplamente comprovado que longe do amor de Cristo – o Medicamento que cura o coração – são mais virulentos alguns efeitos adversos, frutos do pecado.
Todas as pessoas que experimentam no seu interior, de diversos modos e com várias intensidades. Descreveram os seguintes sintomas, entre outros:
- erupções de rancor e alterações na capacidade de esquecer as ofensas.
- gaguez ao articular palavras de perdão.
- diminuição da compaixão e da compreensão perante os sentenças de outros.
- incontinência para a ira, luxuria e soberba.
- vestígios de vaidade.
- secreção salivar paradoxal, abundante em queixas, em crítica e na murmuração; e secura da boca, para falar de Deus em voz alta.
- visão turva da realidade: onde há irmãos vêem-se inimigos.
- náuseas de egoísmo, que levam a ignorar ou desprezar os mais débeis.
- confusão moral.
- tendência à preguiça, à injustiça, ao roubo, etc.
- insensibilidade perante as necessidades alheias.
- surtos de irritabilidade, com tendência ao insulto e à difamação.
- amnésia dos pecados cometidos e perca parcial de memória que pretende justificar a mentira.
Em casos extremos, pode-se chegar ao ódio, violência, assassinato, etc.
É frequente que se produzam efeitos visíveis e verificáveis desde o ponto de vista físico. Em muitos casos detectam-se ao olhar.
É aconselhável realizar, com a ajuda de Cristo, uma auto-exploração interior, para conhecer quais destes sintomas – e em que medida – se sofre pessoalmente. Se têm uma natureza grave, deve ir o mais cedo possível ao Médico – o sacerdote é o seu representante no confessionário – para que o perdão, cure, e devolva a paz. A Confissão é o sacramento da alegria. Confissão = festa = alegria: em Cristo e no coração.
A continuação recomenda-se vivamente receber o Senhor na Eucaristia. Convém recordar que “quem tem consciência de estar em pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes de se aproximar para comungar” (Catecismo).
10.  DURAÇÃO DESTE TRATAMENTO
Toda a vida.
Recorda: quanto mais unido à Cruz, maior será a influência do seu princípio activo.
O seu uso intensivo e continuado potenciará o efeito do amor nas diversas facetas da vida.
11.  VALIDADE
Este medicamento não tem data de validade. A Cruz de Cristo é o Medicamento definitivo. Não caduca nunca: “onde abundou o pecado, super-abundou a graça” (São Paulo).
12.  APRESENTAÇÃO
Crucifixo de metal com a imagem de Cristo Crucificado. A Cruz original era de madeira tosca.
A crucificação era a tortura mais atroz, o castigo reservado aos escravos.

Mantenha o crucifixo ao alcance e à vista das crianças, jovens e maiores (todos encontram na Cruz de Cristo a verdadeira felicidade, para si mesmo e para os outros).
Junto à Cruz encontra-se a sua Mãe – nossa Mãe – Maria. Tem dois filhos frente a frente: Jesus crucificado e o leitor deste prospecto.

NÃO PRECISA RECEITA MÉDICA

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