Bem Vindo

Este blogue foi criado para partilhar frases e textos que me têm marcado. Estes tenho encontrado em livros, na Internet, em jornais... Se quiseres comentar para partilhares o que te dizem, sente-te à vontade. Também podes expressar os teus gostos em cada post, mas peço-te que votes apenas uma vez em cada post. Volta sempre porque todos os dias vou adicionar um pensamento novo.
Se quiseres que alguma das tuas meditações faça parte deste blogue ou se encontras-te alguma que penses que possa ser adicionada a este blogue agradeço que a envies para fabiopedro100@gmail.com que eu adicioná-lo-ei com muito gosto.
Nunca te esqueças que pensar faz bem a todos e sejam felizes =)
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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Durante a Ceia, no Cenáculo (na «sala de cima»), Jesus diz a Pedro:
«Eu roguei por ti, para que a tua fé não desapareça» (Lc 22,23).
«Eu roguei por ti»: Jesus rogou e continua a interceder como nosso «paráclito», como «advogado [de cada um de nós] junto do Pai» (1Jo 2,1). Estamos como que envoltos pela oração do Filho de Deus feito homem. Esta oração humana do Filho eterno é toda a nossa certeza: «Eu roguei por ti.» Esta prece de Jesus nunca nos abandonará. Ela apoia-nos, põe-nos de pé, eleva-nos, dá-nos confiança.

In A alegria de ser padre

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Dizer que Deus não necessita de nós, não é dizer que nós não temos valor para Ele, ou que Ele não tem qualquer interesse em nós. Pelo contrário, é dizer que a sua vontade de nos criar e de nos comunicar a nós é um projecto de pura liberdade, de gratuidade, de amor.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Deus é «Aquele que É», não como um ser congelado, fixo, imóvel, mas como Aquele que é o Vivente, sempre actual, sempre Amor e Verdade, o Deus fiel e justo, Aquele que é «infinitamente perfeito e bem-aventurado em si mesmo».

terça-feira, 30 de abril de 2013

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O ser humano está unido a todos os seres vivos pela sua providência terrena, e só se torna humano através da sua alma, “insuflada” por Deus. Isso concede-lhe a sua inconfundível dignidade, mas também a sua responsabilidade única.