«A Igreja encara com simpatia o sistema da democracia, desde que esta assegure a participação dos cidadãos nas opções políticas e garanta aos governados a possibilidade quer de escolher e controlar os próprios governantes, quer de os substituir pacificamente, quando tal se torne oportuno.»
In Centesimus annus, nº 46
Sem comentários:
Enviar um comentário