Conheço a tua miséria, os combates e as atribulações da tua alma, a fraqueza e as enfermidades do teu corpo, conheço a tua cobardia, os teus pecados, as tuas fraquezas; e conhecendo tudo isso, digo-te: Entrega-te a mim, ama-me tal como és.
Não esperes transformar-te em anjo para me amares, pois assim nunca me amarás: mesmo que voltes a cair nos pecados que nunca querias ter cometido, mesmo que sejas fraco/a no cumprimento dos teus deveres e da virtude, não te permito que me não ames.
Ama-me tal como és. A cada momento, onde e como quer que te encontres, sendo-me fiel ou infiel.
Ama-me tal como és. É esse pobre amor que eu quero. Se esperas a perfeição, nunca me amarás.
Meu/Minha filho/a, deixa-me amar-te, é a ti que eu quero. Quero-te transformado/a, sem dúvida, mas agora quero-te tal como és. E gostava que tu, também, procedesses assim; gostava de ver no mais fundo da tua miséria nascer o amor. Amo-te até nas tuas fraquezas. Quem em todos os teus caminhos, em todos os teus dias e do fundo da tua alma possa brotar sempre este grito: Meu Deus, amo-Te!
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