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domingo, 9 de novembro de 2014

Semana dos Seminários

Tendo presente a oportuna e sugestiva mensagem da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios – servidores da alegria do Evangelho – bem como o sentido apelo a todos, dirigido aos nossos Párocos, pelos responsáveis da Pastoral Vocacional e do nosso Seminário e Pré-seminário, vamos celebrar, também este ano, a Semana dos Seminários, como um tempo de oração, de corresponsabilização pessoal e comunitária pela obra das vocações e de partilha em favor do nosso Seminário.

1. A oração, com que assinalamos habitualmente este tempo, tem a sua forma mais expressiva no Lausperene, a partir já do dia 1 de novembro. Esta iniciativa permite-nos unir todas as comunidades paroquiais, em oração eucarística, invocando do Senhor da Messe, “trabalhadores para a sua messe” insistentemente e sem esmorecer, como Ele pediu. Manifestamos, igualmente, a predisposição pessoal para reassumirmos a missão comum do anúncio e do testemunho do Evangelho da alegria, como nos pede o Papa Francisco: “Como é doce permanecer diante dum crucifixo ou de joelhos diante do Santíssimo Sacramento, e fazê-lo simplesmente para estar à frente dos seus olhos! Como nos faz bem deixar que Ele volte a tocar a nossa vida e nos envie para comunicar a sua vida nova! (...) A melhor motivação para se decidir a comunicar o Evangelho é contemplá-lo com amor, é deter-se nas suas páginas e lê-lo com o coração. (...) Por isso, é urgente recuperar um espírito contemplativo, que nos permita redescobrir, cada dia, que somos depositários dum bem que humaniza, que ajuda a levar uma vida nova. Não há nada de melhor para transmitir aos outros” (EG 264).

2. O despertar e a promoção das vocações ao ministério ordenado e o acompanhamento e apoio dos “chamados” é tarefa de todo o Povo de Deus, através do empenho pessoal e comunitário, assumido em cada uma das nossas paróquias. Ninguém deve dispensar-se deste compromisso. Ninguém deve delegar na equipa diocesana a parte da tarefa que lhe compete. Ninguém deve “distrair-se” ou secundarizar esta prioridade pastoral, fundamental e imprescindível na vida da nossa Igreja diocesana, que exige de todos um generoso empenho ao serviço de uma cultura vocacional, assumida como unificadora de toda a ação pastoral. A mediação da proposta vocacional é tarefa de todos os membros da Igreja. O apelo vocacional deve partir da própria comunidade, consciente das suas necessidades. As vocações, dom do Pai, nascem e crescem através da mediação duma Igreja orante e amadurecida na fé, atenta aos sinais do Espírito e decidida em introduzir, com empenho e confiança, o anúncio vocacional na pastoral quotidiana.
Reitero o meu renovado apelo a todos, particularmente aos nossos presbíteros e diáconos, aos nossos catequistas e aos professores de Educação Moral e Religiosa Católica, aos responsáveis da pastoral juvenil e dos Agrupamentos do CNE, às famílias em geral, para que nos empenhemos todos nesta tarefa comum de promover e apoiar as iniciativas propostas pela pastoral vocacional diocesana.

3. Este tempo de oração e de compromisso pessoal e comunitário na promoção das vocações ao ministério ordenado, é igualmente caraterizado por gestos significativos de solidariedade e partilha material com o nosso Seminário. Apraz-me manifestar o meu reconhecimento e gratidão a quantos, por iniciativa pessoal ou através das suas paróquias, contribuem para a formação dos nossos seminaristas. Damos graças a Deus por cada um deles. Acolhemo-los, desde já, como dom para a nossa Igreja diocesana.
Vamos apoiar generosamente o nosso Seminário, para que a sua missão de formar os nossos futuros sacerdotes, não seja dificultada pela falta de meios. Confiemos, igualmente, quantos trabalham ao serviço da pastoral vocacional e, de modo particular, as equipas dos Seminários de Faro e de Évora, à solicitude materna de Maria.

Faro, 30 de outubro de 2014.
+ Manuel Neto Quintas
Bispo do Algarve

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