«O corpo que somos é uma gramática de Deus. É através dele que o aprendemos, e não mentalmente apenas. Merleau-Ponty recorda-nos, com razão, que ligamo-nos à nossa língua materna, antes mesmo da aprendizagem linguística, através do corpo: esses signos sonoros tiveram primeiro de habitar-nos, estiveram longamente mergulhados na noturna memória do corpo, inscreveram-se dentro do nosso sono, tatuaram-se na nossa pele. Com a língua de Deus não é de outra maneira.»
In A Mística do Instante
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