Um explorador percorria as imensas florestas da Amazónia, na América do Sul.
Procurava eventuais poços de petróleo e tinha muita pressa. Durante os primeiros dois dias, os indígenas que tinha contratado como carregadores adaptaram-se ao ritmo rápido e ambicioso que o explorador pretendia impor a todas as coisas.
Mas na manhã do terceiro dia, pararam silenciosos, imóveis, com um ar completamente ausente.
Era claro que não tinham nenhuma intenção de se porem novamente em marcha.
Impaciente, o explorador, indicando o seu relógio, com largos gestos procurou fazer compreender ao chefe dos carregadores que era necessário retomar a marcha, porque o tempo urgia.
"Impossível", respondeu este muito tranquilo. "Estes homens andaram com demasiada pressa; deixaram a alma para trás e agora estão à espera que ela venha ter com eles".
Encontro alguma semelhança entre a atitude do explorador e a minha/nossa vida de todos os dias?
Também nos acontece deixar a alma para trás, ficar vazio, de tanto correr?
E quais são as consequências?
Que mensagem nos dá a história?
Procurava eventuais poços de petróleo e tinha muita pressa. Durante os primeiros dois dias, os indígenas que tinha contratado como carregadores adaptaram-se ao ritmo rápido e ambicioso que o explorador pretendia impor a todas as coisas.
Mas na manhã do terceiro dia, pararam silenciosos, imóveis, com um ar completamente ausente.
Era claro que não tinham nenhuma intenção de se porem novamente em marcha.
Impaciente, o explorador, indicando o seu relógio, com largos gestos procurou fazer compreender ao chefe dos carregadores que era necessário retomar a marcha, porque o tempo urgia.
"Impossível", respondeu este muito tranquilo. "Estes homens andaram com demasiada pressa; deixaram a alma para trás e agora estão à espera que ela venha ter com eles".
Encontro alguma semelhança entre a atitude do explorador e a minha/nossa vida de todos os dias?
Também nos acontece deixar a alma para trás, ficar vazio, de tanto correr?
E quais são as consequências?
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