"Papá", pede o pequeno André, impressionado com as notícias do Telejornal, "como é que começa uma guerra?".
"Bem, filho, as coisas passam-se mais ou menos assim: se, por exemplo, entre a Inglaterra e os Estados Unidos rebentasse um desentendimento forte sobre alguma coisa...".
A mãe interrompe-o: "Não digas disparates. A Inglaterra e os Estados Unidos nunca andam à guerra!".
"E o que é que interessa? Eu estava só a dar um exemplo!".
"E dessa maneira enches a cabeça da criança com coisas tolas!".
"Ao menos eu meto-lhe alguma coisa na cabeça, tu és pelo vazio absoluto!".
"Mas, por favor... Não te dás conta que estás a ser ridículo...".
O André interrompe: "Obrigado! Já percebi...".
Este exemplo diz-me alguma coisa sobre a guerra? Sobre as várias guerras?
Que consequências têm estas guerras?
Podem começar assim guerras que comprometem as relações para sempre?
Que mensagem me dá esta história?
"Bem, filho, as coisas passam-se mais ou menos assim: se, por exemplo, entre a Inglaterra e os Estados Unidos rebentasse um desentendimento forte sobre alguma coisa...".
A mãe interrompe-o: "Não digas disparates. A Inglaterra e os Estados Unidos nunca andam à guerra!".
"E o que é que interessa? Eu estava só a dar um exemplo!".
"E dessa maneira enches a cabeça da criança com coisas tolas!".
"Ao menos eu meto-lhe alguma coisa na cabeça, tu és pelo vazio absoluto!".
"Mas, por favor... Não te dás conta que estás a ser ridículo...".
O André interrompe: "Obrigado! Já percebi...".
Este exemplo diz-me alguma coisa sobre a guerra? Sobre as várias guerras?
Que consequências têm estas guerras?
Podem começar assim guerras que comprometem as relações para sempre?
Que mensagem me dá esta história?
Sem comentários:
Enviar um comentário